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26 novembro 2015

A cidade perdida - Força Sigma 1 - James Rollins

Uma estranha explosão no Museu Britânico desencadeia uma perigosa corrida a uma fonte de energia brutal que se encontra bem enterrada nas areias da História. Painter Crowe é agente da Força Sigma, um braço secreto do Departamento de Defesa que tem como função manter descobertas científicas perigosas longe das mãos dos inimigos. Quando um objeto ancestral aponta para a lendária "Atlântida das Areias", Painter tem de percorrer o globo em busca da Cidade Perdida… e de uma força destruidora que está para além da imaginação. Mas Painter não está sozinho na corrida. Um grupo de mercenários implacáveis, liderados por um antigo amigo e aliado seu, também está determinado a reclamar o prémio e destruirá seja quem for que se atravesse no seu caminho. Um livro cheio de ação, onde a história da Antiguidade e a ciência de ponta se aliam para salvar o mundo da destruição total.
Vou explicar como funciona a ordem cronológica desta série. Este é o primeiro volume da série Força Sigma, que aqui no Brasil se inicia com o Mapa dos Ossos, que na realidade é o segundo da série. Essa é a versão portuguesa, e graças a Deus por lá já foram traduzidos quase todos os livros. Aqui a Força Sigma foi lançada como uma trilogia, uma grande pena porque os livros de James Rollins são ótimos.
Ao ler A Cidade Perdida pude perceber porque começaram pelo segundo livro, é que no primeiro volume é contada a história do Painter e o Gray nem aparece nesse livro. Pra quem leu dois livros posteriores a este e ficou curioso de como Painter chegou ao seu cargo achei as resposta aqui.

Mais uma vez James Rollins mostra como é capaz de juntar em um livro os mais diversos assuntos, só que achei esse um pouco mais exagerado que os outros e por ser a versão portuguesa algumas coisas ficam um pouco confusas.

Uma explosão de antimatéria, uma estatua encontrada num túmulo na Arábia,  a Cidade Perdida de Ubar e a morte de um homem estão ligadas de alguma forma. Kara Kensington está determinada a descobrir como o seu pai morreu e desconfia que a explosão no museu possa ser a chave do mistério. Assim, quando encontra uma pista que a levará a Ubar, monta uma equipe arqueológica e se lança às areias traiçoeiras do deserto. Junto com ela vão os arqueólogos Safia Al-Maaz e Omaha Dunn. Painter Crowe também está interessado nos segredos do deserto e se infiltra na expedição como um cientista. Lá ele terá que lidar com uma misteriosa organização que parece estar sempre um passo a sua frente.

Eu nunca tinha ouvido falar dessa cidade perdida, Ubar, por isso o livro é praticamente uma aula de história sobre a Arábia, uma terra cheia de mistérios. Como nos outros livros, há uma mistura de história, ciência e religião. A única coisa que pra mim ficou muito estranho foram as Rahim, as guardiãs da cidade e descendentes da Rainha de Sabá, mas só quem ler vai poder entender do que estou falando.

Acho que nunca falei aqui mas eu adoro livros de caçadas de relíquias, ao estilo Indiana Jones ou Dan Brown, sempre me divirto tentando descobrir junto com os personagens. Mas James Rollins é de longe o meu favorito neste gênero, sempre consegue prender minha atenção do inicio ao fim. Uma pena que poucos livros dele sejam traduzidos aqui no Brasil.

E você já leu algum livro dele? Gostou? Deixe sua opinião aí em baixo e até a próxima.


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