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13 outubro 2016

Inferno - Dan Brown

Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento. No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.

Em "Inferno" o professor e simbologista Robert Langdon embarca em sua quarta aventura. Ele acorda em um hospital em Florença, Itália, após sofrer um tiro na cabeça e sem lembrar de nada das últimas 48 horas. logo após ele é atacado novamente mas consegue fugir com a ajuda da Dra. Sienna Brooks. Sienna mostra um estranho objeto que Robert tinha consigo e que pode ajudar a esclarecer os fatos que estão acontecendo. O objeto projeta um uma imagem muito conhecida e juntos os dois embarcam em um missão para salvar o mundo seguindo pistas escondidas nas imagens de um quadro de Botticelli e nos versos de Dante Alighieri.

Esta é uma das mais impressionantes obras de Dan Brown, talvez porque neste livro toda a humanidade está ameaçada e também porque o conflito apresentado nos leva a uma reflexão sobre a nossa existência.


"NESTE LOCAL, NESTA DATA, O MUNDO FOI TRANSFORMADO PARA SEMPRE."

Esse conflito é iniciado com Bertrand Zobrist, um geneticista rico, famoso e extremamente inteligente que acredita que através da tecnologia a humanidade alcançará um novo patamar na evolução porém não teremos tempo para que isso aconteça já que caminhamos a passos largos rumo a extinção por causa da superpopulação, já que o número de pessoas cresce em ritmo exponencial. E qual a forma mais óbvia para acabar com o problema de pessoas demais no planeta? Morte. De bilhões de pessoas. É isso que Bertrand nos faz acreditar que são seus planos e é nisso que Langdon, a OMS e outros acreditam que irá acontecer caso não encontrem o local onde será liberado a criação de Bertrand. Uma criação que pode ser comparada a peste negra que dizimou milhões de pessoas durante a Idade Média.
Mas salvando o mundo agora talvez eles possam estar colocando a humanidade em extinção. Então será que vale a pena sacrificar uns para um bem maior?
Mas existe outro jeito de conter a superpopulação sem que isso termine num rio de sangue e foi nisso que Bertrand pensou. Só não sei dizer se isso foi melhor ou pior. E ele não deixará que nada atrapalhe seus planos e sim, sua criação mudou o mundo.
Não sei se ele é um louco ou um gênio, um vilão ou um herói. Mas ele foi capaz de mudar o mundo e ainda desenvolveu um tipo de tecnologia genética revolucionária.

Quem já leu outros livros de Brown sabe que ele é um mestre em ocultar o verdadeiro caráter de seus personagens. Ele constrói e reconstrói esses personagens nos manipulando a seguir pistas que nos levam a caminhos errados para por fim revelar a verdade e nos deixar com uma sensação de traição. Por isso ninguém é confiável até a última página e o livro dá tantas reviravoltas que parece que estamos numa montanha russa.
Como sempre ele descreve os detalhes com uma riqueza impressionante desde os locais, obras de arte até os pensamentos dos seus personagens.
A principal obra que Dan se dedica é o livro “A Divina Comédia” do poeta italiano Dante Alighieri mas como sempre ele não se prende a um determinado assunto e acaba se envolvendo com questões cientificas, religiosas e politicas.

Brown é um mestre em esconder segredos mas é ainda melhor quando os revela!  

07 outubro 2016

O chamado do anjo - Guillaume Musso



Sinopse: Nova york, Aeroporto JFK. Na sala de embarque lotada, um homem e uma mulher se esbarram, espalhando suas coisas pelo chão. Após uma discussão banal, cada um segue seu caminho. Madeline e Jonathan nunca haviam se visto e jamais deveriam voltar a se encontrar. Porém, ao recolher seus pertences, trocaram por descuido os celulares. Quando percebem o engano, já estão a dez mil quilômetros um do outro - ela é florista em Paris, ele tem um restaurante em San Franciso. não demora muito para ambos cederem à curiosidade, explorando o conteúdo dos respectivos aparelhos. Uma dupla indiscrição, que leva a uma revelação inesperada - suas vidas estão ligadas por um segredo que eles julgavam enterrado para sempre...

Não sei quantas vezes comecei e desisti de ler esse livro. E me arrependo disso. Sinceramente não sei o que me fez demorar tanto pra ler, já havia lido "A garota de papel" e foi um dos livros mais incríveis que eu já li e, portanto, sabia da capacidade do autor de surpreender.
O livro começa um tanto tímido e extremamente delicado, como se fossem dois amigos se conhecendo. Aos poucos vamos conhecendo a vida de Madeline e Jonathan e nos vemos mais envolvidos nos segredos que rondam as suas vidas. Qual poderia ser a ligação entre uma florista de Paris e um chef de San Francisco que nunca se viram?



Os dois personagens começam a história como pessoas aparentemente comuns. Madeline parece uma florista sofisticada, prestes a se casar com o homem perfeito. Mas essa é só a primeira impressão, no decorrer do livro ela se mostra uma mulher forte e determinada que passou por muita dificuldade e que se mudou para Paris pra esquecer um passado que quase a matou. Já Jonathan parece um simples chef em San Francisco que após se divorciar da mulher vê seu filho apenas algumas semanas por ano. Um homem que deixou de confiar nas mulheres e que perdeu sua inspiração (o que me fez lembrar de Tom Boyd - A garota de papel). O que ninguém imagina é que ele já foi o "Imperador" e que perdeu quase tudo. Até ser salvo por uma pessoa que ele nunca mais viu...
Desde o primeiro dia, tivera aquela impressão louca de que a vida de Madeline e a sua estavam ligadas por um fio invisível. Aquela noite conseguira identificar o elo perdido...
Assim que cada um está com o celular do outro eles não resistem em explorar as informações que os aparelhos possuem: fotos, vídeos, e-mails... Até se depararem com algo que os uni num terrível mistério. Um mistério no qual um deles quase perdeu a vida e o outro foi salvo. Um mistério que passa a ser uma missão de vida e uma dívida de gratidão.

Estava escrito. Um estranho golpe do destino, que escolhera aproximá-los num momento decisivo. O chamado do anjo, como dizia sua avó...

A partir da terceira parte do livro o autor muda o ritmo que agora é uma corrida contra o tempo. Poderão os dois resolver o mistério e se libertarem do seu passado?

Quem espera um romance, espero que não se decepcione. Ele existe, mas de forma sutil. É até bonito ver a forma com que os dois se relacionam. Bom, na verdade eles não conseguem ficar mais do que cinco minutos sem discutir, o que deixa o casal ainda mais simpático. Mas o foco da história é o suspense, que te faz querer chegar logo ao fim e saber se a história vai ter um final feliz.

Essa história começou com sangue e vai terminar com sangue.

Uma característica marcante desse autor é que seus livros nunca podem ser classificados por um gênero: romance, ficção, suspense... tudo pode mudar de uma hora para outra. O que parece começar como um simples romance pode ser tornar um suspense de tirar o fôlego e dar nós nas mentes. O que faz de Guillaume Musso um escrito notável.

28 setembro 2016

A lua de mel - Sophie Kinsella

Sinopse: Ao se dar conta de que o namorado nunca vai pedir sua mão em casamento, Lottie toma uma decisão. Termina o compromisso com ele e diz o tão sonhado sim a Ben, uma antiga paixão, com quem ela havia prometido se casar se ambos ainda estivessem solteiros aos 30 anos. Os dois então resolvem pular o namoro e ir direto para uma cerimônia simples e seguir para a lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde se conheceram. Mas Fliss, a irmã mais velha da noiva, acha que Lottie enlouqueceu. Já Lorcan, que trabalha na empresa de Ben, teme que o casamento destrua a carreira do amigo. Fliss e Lorcam então elaboram um plano para sabotar a noite de núpcias do casal e impedir que os noivos cometam o maior erro de suas vidas.
Faz muito tempo que eu não lia um chick-lit e pra ser sincera este não é um dos melhores de Sophie (pra mim o top continua sendo Fiquei com o seu número). Quando li a sinopse pensei em um história bem diferente, esperava um pouco mais de romance, sei lá. Bom, mas vamos à história. Ela é contada em primeira pessoa, intercalando os pontos de vista de Lottie e Fliss.
Lottie é a responsável pelo RH de uma empresa farmacêutica, uma líder como ela se considera. Ela tem 33 anos, um namorado lindo e está prestes a ser pedida em casamento - pelo menos é o que ela pensa - porém o tão sonhado pedido nunca chega e cansada de estar em um relacionamento sem futuro a ainda por cima sair meio humilhada no dia em que ela pensou que ia se tornar noiva ela termina com Richard e decide dar um novo rumo à sua vida.

- Acho que posso até fazer doutorado, sabe? - ela está dizendo, com um tremor remoto na voz. - Quem sabe fazer pesquisa no exterior.
Lottie poderia enganar outra pessoa qualquer, mas não a mim. Não a irmã dela. Ela está mal.

Fliss é a irmã mais velha de Lottie, ela é editora de uma revista e está passando por um divórcio conturbado. Ela é muito protetora de Lottie e muitas vezes acaba a tratando mais como uma filha do que como irmã. O problema é que sempre que Lottie acaba um relacionamento ela faz algo muito estúpido, como entrar pra alguma seita estranha, fazer tatuagem ou colocar um piercing, o que Fliss chama de escolhas infelizes, e ela sabe que Lottie vai fazer alguma loucura.
Eis que surge Ben, um antigo namorado de Lottie, e que a pede em casamento. Cansada de namoros sem nenhum futuro ela acaba aceitando e se casa com Ben repentinamente. Só que Fliss está certa de que isso foi a maior loucura que Lottie podia ter feito e bola um plano para estragar a Lua de Mel do casal. E ainda tem Lorcan, o melhor amigo de Ben que acha que o amigo está tendo uma crise de meia idade precipitada e precisa que Ben se foque na sua Empresa.

O livro é recheado de confusão e situações embaraçosas que é a grande característica de Sophie. Desde as mentiras do pequeno Noah, o filho de Fliss que está inventando histórias e colocando todo mundo em saia-justa até os mordomos do resort em que o casal foi passar a lua de mel. Falando nesses mordomos... cada uma que eles aprontaram, sempre aparecendo nas horas mais impróprias.
O problema do livro é que as protagonistas não causaram muita empatia. Desde o primeiro capítulo eu queria era bater na Lottie, por ser uma mulher de 33 anos achei ela bem imatura parecendo mais uma adolescente. Pior ainda é quando ela percebe que tá errada mas não dá o braço a torcer porque Fliss tinha razão desde o começo. E Fliss devia deixar Lottie viver a vida dela, cometer seus erros e depois aprender com eles. Eu gostei mais da Fliss por ser mais realista, por mostrar os problemas que ela tem com o divórcio e como isso pode mudar uma pessoa, e no fundo tudo o que ela queria era que Lottie não passasse o que ela passou.
Ben era outro que eu queria dar um soco, gente que cara louco, sem noção nenhuma do quer da vida além de colocar o pobre do Lorcan louco. O Lorcan me lembrou o Sam de Fiquei com o seu número um pouco ranzinza, durão mas no fundo ele esconde seus próprios problemas e ressentimentos.

Uma emoção parece surgir no rosto de Locan. Com um movimento abrupto, ele larga a pasta na areia e entra na água, ainda de sapatos e terno. Ele anda a passos largos pelas ondas até chegar onde eu e Noah estamos, e para.

E também tem o Richard, que foi o culpado por toda essa confusão. E quando resolve corrigir... Bem, já é tarde demais.

Apesar de não ser os melhores de Sophie A Lua de Mel é uma boa leitura pra quem quer algo descontraído e cheio de gafes ;)

25 setembro 2016

Eu sou Deus - Giorgio Faletti

A explosão de um prédio de vinte e dois andares, seguida pela descoberta de uma carta, levam a polícia a encarar uma difícil realidade: alguns prédios de Nova York tiveram explosivos instalados na época de suas construções. Mas quais? E quantos?Uma jovem detetive que esconde os dramas pessoais sob a sólida imagem profissional e um repórter fotográfico com um passado que deseja esquecer são a única esperança de deter um psicopata que sequer assume a autoria de seus crimes. Um homem que não pode ser responsabilizado pelos próprios atos. Um homem que acredita ser Deus.
Conheci Giorgio Faletti em Eu Mato, um livro que me surpreendeu e agradou bastante. Por isso, ao começar a ler Eu sou Deus, estava com as expectativas lá na estratosfera e sinto dizer que me decepcionei.
Nas primeiras páginas, quando acompanhamos os passos do assassino, cheguei a pensar que seria um ótimo livro. Aí o autor regride no tempo e nos apresenta Wendell Johnson um soldado veterano da guerra do Vietnã. Um homem com cicatrizes tanto físicas quanto psicológicas deixadas pela guerra. Ao acompanharmos a tentativa de Wendell de se reintegrar à sociedade e ficarmos à par de suas memórias da guerra e como ele acabou com o rosto desfigurado o autor reitera uma das suas peculiaridades, a forma como ele humaniza os assassinos tornando-os quase mártires e fazendo da vingança e loucura uma justiça e redenção.
Ao voltar para o tempo atual é que a coisa começa  a se perder. Primeiro um corpo é encontrado num canteiro de obras e a detetive Vivien Light é chamada para resolver o caso. Pouco tempo depois um prédio explode deixando a cidade aterrorizada pensando ser um ataque terrorista. Pra complicar ainda mais a estória é contada pelo ponto de vista de diversos personagens cortando a continuidade e deixando a estória mais confusa, isso porque o autor não se prende apenas aos fatos mas descreve a vida dos personagens, seus problemas, sentimentos e pensamentos. E, se por um lado isso torna os personagens mais consistentes, por outro acaba deixando a trama mais arrastada.

Ainda tem Russel Wade, um fotografo decadente e, digamos, autodestrutivo que por um acaso acaba encontrando a única pista que pode levar a polícia ao autor do atentado e por isso acaba conseguindo o privilégio de acompanhar as investigações.

E se no começo o autor deu grande destaque à mente de assassino nessa segunda parte ele se foca nas investigações deixando apenas breves encontros nos quais ele confessa ao Padre McKean seus crimes e anuncia os próximos. Deixando o padre num dilema entre cumprir com seu dever religioso ou salvar centenas de vidas.
- Dessa vez, juntei a escuridão à luz. Da próxima, juntarei a terra à água.
- O que significa isso?
- Vai entender com o tempo.
 Vou tentar explicar um pouco o que me desagradou no livro e vou tentar não dar informações demais mas pode ser que escape alguma coisa. Então fica avisado.

O principal motivo é que quando acabei o livro fiquei com uma sensação de que faltava alguma coisa. Sabe, o autor deixou durante o livro todo diversas pistas e muitas delas não foram usadas pra nada. Gosto quando as coisas ficam todas bem amarradas e esse não foi o caso do livro.

Outra coisa é que, pra um autor que foca tanto no aspecto psicológico dos seus personagens, deixe de lado uma mente tão perturbada quanto do assassino resumindo isso a uma única fala do psiquiatra. O que me deixou inconformada porque ele termina a estória abruptamente e simples demais. A identidade do assassino me surpreendeu mas, assim como acontece em Eu Mato, isso não era tão relevante quanto os motivos.

Avaliando o livro como um todo ele não chega a ser ruim. Tem um bom suspense, um pouco de romance e Faletti tem um jeito cativante de contar estórias de forma quase poética, mas depois de todo o mistério que permeia o livro o final fica um tanto morno e desconexo. Eu esperava algo mais chocante do Homem que afirma ser Deus.

Esse é o meu poder.
Esse é o meu dever.
Esse é o meu querer.
Eu sou Deus.

26 abril 2016

Top 5 - livros que se passam em Londres

Olá Pessoal! A ideia dessa postagem surgiu quando eu estava analisando as leituras desse mês e percebi que a maioria os livros que li se passavam em Londres. São livros de gêneros e épocas diversos tendo como pano de fundo o cenário Londrino e arredores.

  •  Amor Errante - Christine Merrill - Série Ladies em Desonra

Casamento por interesse… ou paixão?
Emily Longesley casou-se com o amor de sua vida e tinha esperança de que ele pudesse amá-la com o tempo. Ao invés disso, ele abandonou subitamente a bela casa em que moravam no campo e partiu para Londres. Emily suportou o desprezo com dignidade, mas três anos já haviam sido suficientes para ela! Ao enfrentar seu marido errante, Emily percebeu que Adrian, conde de Folbroke, havia perdido a visão. Ele sequer a reconhecia! No entanto, ela anseia seu toque... Se Emily fingisse ser uma amante, será que Adrian finalmente aprenderia a amar sua esposa? 
Esse é um romance de banca da Harlequin super fofo que acontece no período da Regência. É o primeiro de três livros que fala de mulheres que estão a um passo de um grande escândalo. É uma história bem clichê mas pra quem ama livros desse gênero vai adorar esse aí.


  • Anjo Mecânico - Cassandra Clare - As peças infernais
Tessa Gray tem um anjinho mecânico pendurado no pescoço, um presente de família do qual nunca se separa. O tique-taque do pingente faz com que ela se sinta segura junto à lembrança dos pais, que já morreram. Mal sabe Tessa que esse barulhinho muito em breve vai se tornar o odioso som de um exército comandado por forças do Submundo. Com os Caçadores de Sombras e seu recém-descoberto poder sobrenatural, ela enfrentará uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das trevas na Londres vitoriana.
Anjo Mecânico é o primeiro livro da Trilogia As Peças Infernais, Spin-off de Os Instrumentos Mortais. É uma mistura de fantasia com Steampunk que conta a história dos Caçadores de Sombras contra o Magistrado. Anjos, demônios, feiticeiros, fadas, autômatos, aventuras, romances e muito mais te esperam nessa série.




  • O Chamado do Cuco - Robert Galbraith - Série Cormoran Strike

Strike é um veterano de guerra, ferido física e psicologicamente, e sua vida está em desordem. O caso lhe garante uma sobrevida financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais ele mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrias ficam as coisas e mais perto do perigo ele chega.
Um emocionante mistério mergulhado na atmosfera de Londres, das abafadas ruas de Mayfair e bares clandestinos do East End para a agitação do Soho. O chamado do Cuco é um livro maravilhoso. Apresentando Cormoran Strike, este é um romance policial clássico na tradição de P.D. James e Ruth Rendell, e marca o início de uma série única de mistérios.

J.K. Rowlling, sob o pseudônimo de Robert Galbraith, inicia em O Chamado do Cuco mais uma série de sucesso. Mas diferente de Harry Potter, neste não há nada de fantástico ou mágico. Há a realidade. E, a partir do segundo livro, a autora nos mostra uma realidade bem cruel. Quem gosta de livros policiais precisa conhecer essa série. A dica: esqueça que é J.K. Rowling e mergulhe no mistério pelas ruas e pubs de Londres.


  • Doctor Who: 12 Doutores, 12 Histórias - Vários autores
Não é qualquer universo que pode receber 12 visitantes tão ilustres e acolher 12 interpretações tão radicalmente diferentes do mesmo herói.
Doctor Who, o fenômeno cultural britânico que conquistou o mundo, a série de ficção científica mais antiga da televisão, conta as aventuras do Doutor, um alienígena de aparência humana que trafega livremente pelo tempo e o espaço. Fascinado pelo planeta Terra e a humanidade, o Doutor está sempre acompanhado de um terráqueo enquanto viaja na sua nave, a TARDIS, por todos os cantos do universo e da história.
Para celebrar os 50 anos da série, completados em 2013, 12 dos maiores nomes da literatura fantástica da atualidade entre eles Eoin Colfer, Marcus Sedgwick, Philip Reeve, Richelle Mead, Neil Gaiman e Holly Black homenageiam o personagem com histórias inéditas na aguardada coletânea Doctor Who: 12 doutores, 12 histórias.
Em 51 anos de TV, o Doutor foi interpretado por 12 atores diferentes, cada um deles uma encarnação diferente do personagem, com personalidades e trejeitos diferentes. As muitas faces do Doutor e suas jornadas infinitas ofereceram aos criadores da série a liberdade de explorar não só as galáxias e profundezas do tempo, mas também temas que vão do lírico ao terror, numa verdadeira investigação do coração e da mente do ser humano.
É essa mesma liberdade de imaginação que agora vemos nas mãos de 12 dos autores de ficção mais queridos da atualidade, que foram conquistados pelas peripécias do Doutor, alguns desde que eram crianças, e que agora compartilham com os fãs dele e seus próprios leitores 12 visões muito particulares do personagem mais cativante deste lado da galáxia.
Lançada pela BBC britânica em 1963 e exibida em mais de 60 países, a série Doctor Who segue arrebatando novos fãs a cada dia e inspirando autores de fantasia e ficção científica de todo o mundo. 

Da TV para os livros. Doctor Who é a série mais antiga da História. O Alienígena que pode viajar pelo espaço-tempo, a bordo da TARDIS tem como lugar predileto para suas aventuras, Londres, em qualquer época. Nesta coletânea de contos em homenagem aos 50 anos da série vários autores escrevem sobre o Lorde do Tempo e suas aventuras seja em Londres ou em planetas nos confins do Universo. Recomendadíssimo para os fãs da série.


  • A Casa de Seda - Anthony Horowitz

O detetive Sherlock Holmes está de volta! Os mesmos métodos irresistíveis de dedução, a incrível velocidade de raciocínio, a parceria com Dr. Watson, os mesmos vícios e manias, o clima de suspense e mistério que prende o leitor até a última página. O que muda é o autor que assina este romance. O mais famoso detetive da história, criado por Arthur Conan Doyle no fim do século XIX, agora ganha vida pelas mãos de Anthony Horowitz. A Casa da Seda é o primeiro caso de Sherlock Holmes escrito por outro autor a obter reconhecimento e autorização oficiais da entidade que administra e protege a obra do escritor, o Arthur Conan Doyle Estate. Na trama, o leitor se depara com uma Londres gelada. É novembro de 1890 e Sherlock Holmes e Watson estão juntos à lareira saboreando um chá, quando um agitado cavalheiro bate à porta do número 221B de Baker Street pedindo ajuda. Agoniado, ele conta que está sendo seguido há semanas por um homem com o rosto marcado por uma cicatriz. Intrigados pelo relato, Holmes e Watson logo se veem às voltas com uma série de acontecimentos enigmáticos e sinistros que se espalham da penumbra das ruas de Londres ao fervilhante submundo do crime de Boston. Quanto mais mergulham no caso, mais se deparam com um nome, que é sempre sussurrado - " A Casa da Seda". Uma misteriosa entidade, um adversário mais mortal que qualquer outro já enfrentado por Holmes. Depois dessa leitura, ninguém terá mais dúvidas. Holmes está mesmo de volta.
Todo mundo conhece Sherlock Holmes, personagem de Arthur Conan Doyle. O que poucos sabem é que Anthony Horowitz tem autorização para usar o personagem em seu livros. A Casa de Seda é o primeiro e não fica nada atrás dos livros escritos por Doyle. Quem gosta das histórias do detetive mais famoso do mundo precisa dar uma espiadinha em "A Casa de Seda" e matar a saudade da Baker Street e os moradores do apartamento 221B.

Bom é isso gente! Já conheciam algum desses livros? Tem outras sugestões? Só deixar o seu comentário aí em baixo que eu vou adorar saber, bjus e até a próxima...


07 abril 2016

Shadowhunters - Minhas impressões


Baseada nos livros Os Instrumentos Mortais, a série Shadowhunters acompanha a jovem Clary Fray, de 18 anos de idade, que descobre em seu aniversário que ela não é quem pensava ser, mas que vem de uma antiga linha de Caçadores de Sombras – seres híbridos de humanos e anjos que caçam demônios. Quando sua mãe Jocelyn é sequestrada, Clary se lançada no mundo de caça aos demônios junto do misterioso Caçador de Sombras Jace e seu melhor amigo, Simon. Agora vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa uma jornada de autodescoberta enquanto aprende mais sobre seu passado e percebe como poderá ser seu futuro.

Elenco: Katherine McNamara, Dominic Sherwood, Alberto Rosende, Matthew Daddario, Emeraude Toubia, Harry Shum Jr.
Estreia: 12/01/2016

Olá , Pessoal! Hoje eu vou falar de uma série que chegou ao fim de sua primeira temporada ontem ,(pelo Netflix). Shadowhunters. Série baseada nos livros da Cassandra Clare, produzido pela ABC. Como a Netflix comprou os direitos da série ela ganha o rótulo de "Original Netflix".
A série estreou em 12 de janeiro e na Netflix em 13 de janeiro.

Eu, assim como muitos fãs da série, tinha muitas expectativas, principalmente porque o filme foi uma grande decepção. Numa escala de 0 a 5 eu daria 3 pra essa série. Foi uma série razoável mas dá pra melhorar.

O principal motivo pra essa nota fica por conta da protagonista, Katherine McNamara não me convenceu no papel da Clary.

Em nenhuma cena ela conseguiu me emocionar, nem me convencer do seu sofrimento ou sua coragem. Nem mesmo na cena em que é revelado um dos maiores segredos da série ela não se mostra tão chocada quanto se deveria esperar.

Em quase todo o tempo ela está com essa carinha de boneca aí da foto, e em quase todas as fotos dela na internet ela está assim. Resumindo, ela não passa confiança nenhuma.

Os outros atores são razoáveis mas também não fizeram nada que os destacasse, embora Harry Shum Jr. (Magnus), Matthew Daddario (Alec) e Emeraude Toubia (Isabelle) conseguiram me impressionar em seus papéis. Apesar da atuação de Dom não ser ruim sinto falta de jeito sarcástico e arrogante do Jace.

Diferente do livro, na série os personagens são um pouco mais velhos, no entanto isso não faz diferença nenhuma, a série continua tendo uma pegada mais teen.
Outra coisa que me desagradou foi que num episódio Clary e Jace se conhecem e no outro já estão perdidamente apaixonados. Por se tratar de uma série, há um tempo maior pra se trabalhar os relacionamentos dos personagens, pra que eles se desenvolvam de forma mais gradual. Em Shadowhunters isso é muito corrido, parece que a temporada inteira se passa dentro de uma semana.

A maior parte do roteiro é baseado no primeiro livro, no qual os protagonistas precisam encontrar o Cálice Mortal e derrotar Valentim, que sequestrou Jocelyn, mãe da Clary. Alguns fatos foram um pouco adiantados, mas não vou entrar em detalhes. Essa é uma parte que me agradou muito pois foram poucas mudanças se comparado com o filme.

Outra coisa que me agradou foi o cenário, a sala das armas e toda a tecnologia da Instituto, que diferente do livro está cheio de outros Shadowhunters, que são meros figurantes mas que dão mais vida ao lugar. O figurino também é maravilhoso, principalmente o do Magnus e da Izzy. Mas odiei o cabelo da Clary, ou deixavam ela loira mesmo ou escureciam o cabelo dela, achei esse tom de laranja muito exagerado.

Os efeitos especiais são medianos mas me incomoda as cenas em que os vampiros saem correndo, não dá pra explicar mas é uma coisa muito estranha.

A segunda temporada já foi confirmada e como disse anteriormente, dá pra melhorar. Se o roteiro seguir os outros livros muitas reviravoltas estão pra acontecer e espero um grande amadurecimento dos personagens, os atores tiveram bastante tempo para se ajustarem aos seus personagens e espero que isso reflita na próxima temporada.

Enfim, Shadowhunters está longe de ser uma grande produção e tem os seus prós e contras. Eu pretendo assistir a segunda temporada e ver onde isso vai dar.

E aí, gente! Já assistiram a série? Me conte o que acharam aí nos comentários... bjus, até a próxima!

29 março 2016

Top 5 - Personagens duros de Matar...

Olá, hoje eu resolvi fazer dos personagens mais difíceis de morrer. Eles são baleados, incendiados, explodidos, pulam de aviões, helicópteros, saltam de carros em movimento e no final do livro ainda estão vivinhos da silva... Vamos lá então.


  • - Robert Langdon

  Protagonista de 4 livros, Robert Langdon, já se meteu em todo tipo de confusão que se possa imaginar. Ele já pulou de um helicóptero, ficou preso em uma tumba, foi afogado, baleado e sem contar nas diversas vezes que teve de driblar a polícia pra poder salvar o mundo.
E olha que o homem é um simples professor de simbologia de Harvard. Mas fala sério, desvendar mistérios deve ser muito melhor do que aturar um bando de alunos nerds bocejando na sala de aula, né?





  •  - Cotton Malone


Malone é protagonista de 7 livros. Ele é um ex-agente americano que após se aposentar e se divorciar vira vendedor de livros na Dinamarca. Até que sua ex-chefe lhe faz uma visita e acaba arrastando-o para um mundo cheio de segredos e tesouros escondidos. Após isso a vida de Malone parece estar mais agitada do que quando trabalhava para o governo. Ele vai enfrentar sociedades secretas, descobrir bibliotecas perdidas, túmulos de antigos imperadores. Ele salta de aviões em movimento, fica preso em prédio em chamas, além de escapar de inúmeros tiros, mas graças a Steve Berry, o autor dos livros, o homem sempre acaba saindo vivo.

Para quem não o conhece, Malone, é apresentado no livro "O legado dos templários" aventura no qual ele irá em busca do tesouro dos templários, ajudando sua amiga e ex-chefe Stephenie Nelle.
Pra um homem que largou a ação dos dias de agente pela tranquilidade de sua biblioteca, Malone vai se envolver em diversas aventuras.






  •  - Shane Scholfield


O tenente Shane Scholfield ou o Espantalho é o herói do livro "Estação Polar" de Matthew Reilly. E sinceramente, o cara é invencível. Da primeira até a última página sua vida está constantemente em risco, além de tiros ele terá que se esquivar de granadas que atiram lascas de metal extremamente mortais, bombas de nitrogênio que matam em segundos, balestras, baleias assassinas, elefantes-marinhos mutantes e até mesmo o frio mortal da Antártica. Sem contar com soldados franceses, ingleses e traidores da sua própria equipe. Ah, já ia esquecendo dos misseis e das bombas atômicas mas isso é de menos. Aí você me pergunta: Pra que tudo isso? Pra evitar que a estação polar Wilkes que pertence aos EUA seja invadida já que parece que seus cientistas encontraram uma suposta nave alienígena e ninguém quer que ela caia nas mãos erradas, quer?
  • Katniss Everdeen
Katniss é a protagonista da trilogia Jogos Vorazes que foi imortalizada nas telonas pela Jennifer Lawrence. Para salvar sua irmãzinha ela se voluntaria para participar de uma espécie de Reality Show bizarro, no qual os participantes precisam matar uns aos outros até restar apenas um.
Isso tudo para manter a ordem nos Distritos e entreter a Capital.
Katniss deverá lutar até a morte contra os outros participantes, contra a própria arena e sem perceber lutará contra o próprio governo.





  •  - Harry Potter



Tá, eu tinha que colocar ele mesmo sendo totalmente diferente dos outros heróis. Ele é um bruxo e possui poderes mágicos e coisa e tal... Mas o garoto é simplesmente imortal. Não literalmente, é claro.
Desde que tinha um ano de idade ele vem sendo atacado e sempre sai ileso. Meus créditos também aos seus melhores amigos, Rony e Hermione.
Vamos aos seus feitos memoráveis: ele lutou contra um basilisco, enfrentou o lorde Voldemort com 1 ano de idade e depois aos 11 e saiu vivo, lutou num torneio mortal com os melhores bruxos do mundo e de novo contra o tal Lorde. E a cada ano ele se encontrou em apuros para tentar destruir o vilão. Porque só ele poderia destruí-lo (nenhuma pressão, né?) Até que finalmente ele morreu, ou quase... e assim, depois de quase 20 anos, Harry Potter foi o bruxo que matou Voldemort.


Esses foram alguns dos heróis que lembrei, se você tiver alguma sugestão é só dar sua opinião. E se eu lembrar, ou conhecer outro posto aqui!